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O que podemos aprender com a Bailarina de Auschwitz ?

Como a experiência de uma sobrevivente do holocausto pode ajudar quem vive preso mentalmente a sofrimentos do passado?

“o livro é uma mensagem universal de esperança e de possibilidade para todos os que estão tentando se libertar da dor e do sofrimento”. (prefácio)


A autora, dra. Edith Eva Eger, destaca que não há uma hierarquia de sofrimento e alerta sobre o quanto manter-se preso a traumas, crenças ou outros sofrimentos, pode prejudicar a fluidez na própria vida. A pessoa pode se tornar sua própria carcereira, manter-se presa na própria mente, ou libertar-se.

O sofrimento é universal e inevitável e, de maneira alguma se deve banalizar ou romantizar o que se passou. Mas, existe a possibilidade de cuidar das feridas emocionais, libertar-se dos campos de concentração da própria mente e ser você mesmo, viver de maneira plena.

Como seria sua vida pessoal e profissional se estivesse livre de algumas amarras, padrões, crenças, medos, inseguranças que impedem de viver o que é próprio de sua nova história de vida?

Alguns trechos que gostei para ajudar a nos inspirar:

“assim como agimos como nossos próprios carcereiros, também podemos nos tornar nossos próprios libertadores”. (pág.11)

“cada um de nós tem um herói interior esperando para ser revelado”. (pág.12)

“muitas pessoas permanecem presas em um trauma ou dor, incapazes de viver de maneira plena. Isso,  no entanto, é possível mudar” (pág. 20)

“não existe uma hierarquia do sofrimento […] nenhum gráfico no qual possamos registrar a importância relativa de uma dor sobre a outra”. (pág. 21)

“não há como escolher ser livre de dor, mas podemos escolher ser livres, nos libertar do passado e aceitar o possível. Convido você a escolher ser livre”. (pág.23)

Compartilhe aqui suas reflexões  ou encaminhe para alguém que pode brilhar e viver uma vida plena de realizações.

Boas reflexões e viva a liberdade de ser quem você é ou o que ainda pode vir a ser!

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Autoria do Texto: Luciana Escarmanhani